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Conforme o inquérito conduzido pela FICCO/RO, o esquema criminoso utilizava a cooperação de terceiros para ceder contas bancárias, onde os recursos subtraídos eram depositados, pulverizados e posteriormente convertidos em criptoativos para reingresso no mercado formal. Para descapitalizar o grupo, a Justiça determinou o sequestro de veículos e embarcações de alto valor, além de medidas assecuratórias patrimoniais para o bloqueio de contas bancárias e ativos virtuais mantidos em corretoras especializadas.
A decisão proferida pela Segunda Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho determinou o cumprimento de oito mandados de prisão preventiva e dezoito mandados de busca e apreensão domiciliar na capital rondoniense.
A operação tem como objetivo desarticular grupo criminoso sediado em Porto Velho, responsável pela reciclagem de valores subtraídos de instituições financeiras por meio de fraudes eletrônicas, com fatos apurados entre os anos de 2025 e 2026.
A deflagração contou com o suporte institucional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Rondônia e mobilizou um efetivo aproximado de cento e cinco servidores da segurança pública. A ação integrada reuniu equipes da Força Tática da Polícia Militar, diversas delegacias especializadas da Polícia Civil e os órgãos federais e estaduais que integram a força-tarefa permanente no estado.
Com informações de PF
Fonte: News Rondônia
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