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A Justiça de Rondônia decidiu manter a prisão preventiva do vereador de Nova Mamoré Jair Alves de Oliveira, conhecido como Jair da 29, filiado ao PL. O caso ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (11) e chama atenção pelos valores citados no processo.
De acordo com informações da decisão judicial divulgadas nesta terça-feira, movimentações financeiras superiores a R$ 3 milhões estão entre os elementos considerados no caso.
A decisão é da 3ª Vara Criminal de Porto Velho, que rejeitou um novo pedido apresentado pela defesa para que o parlamentar respondesse ao processo em liberdade.
Movimentação milionária chama atenção
Segundo informações constantes na decisão, a investigação identificou movimentações bancárias consideradas incompatíveis com os rendimentos declarados pelo vereador.
O volume financeiro ultrapassaria a casa dos R$ 3 milhões.
O parlamentar permanece preso preventivamente enquanto o caso continua sendo apurado.
A manutenção da prisão não representa condenação definitiva. Jair da 29 continua protegido pelo princípio constitucional da presunção de inocência e poderá exercer seu direito de defesa durante o andamento do processo.
Caso repercute no cenário político
A situação ganha ainda mais repercussão por ocorrer justamente às vésperas do início oficial da campanha eleitoral de 2026.
Jair da 29 exerce mandato de vereador em Nova Mamoré e pertence ao PL, uma das principais forças partidárias na atual disputa eleitoral de Rondônia.
A decisão desta terça-feira mantém, por enquanto, o parlamentar atrás das grades e abre um novo capítulo de um caso que deverá continuar repercutindo no meio político rondoniense.
O JH Notícias acompanha o andamento do processo e atualizará o caso diante de novas decisões da Justiça.
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