Rondônia recebeu 1.848 tubetes de insulina glargina e 505 canetas reutilizáveis para aplicação do medicamento, que passa a integrar o tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A distribuição faz parte da estratégia do Ministério da Saúde para substituir gradualmente a insulina NPH por um medicamento mais moderno e de ação prolongada.

A mudança contempla pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2. Em todo o país, já foram enviados cerca de 383 mil tubetes até esta terça-feira (21).

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Benefícios do novo tratamento

A insulina glargina proporciona maior estabilidade no controle da glicemia e, na maioria dos casos, exige apenas uma aplicação diária, reduzindo o número de injeções necessárias em comparação com outros esquemas terapêuticos.

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento também diminui o risco de episódios de hipoglicemia, favorece a adesão ao tratamento e melhora a qualidade de vida dos pacientes.

Como acessar a insulina glargina

Os pacientes que se enquadram nos critérios devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, levando a receita médica devidamente emitida e carimbada.

Pais, responsáveis e cuidadores também podem solicitar a substituição da insulina NPH pela glargina para pacientes elegíveis. A equipe multiprofissional fará a avaliação clínica e orientará sobre a utilização correta do medicamento.

Além dos tubetes, os pacientes receberão uma caneta reutilizável, com validade de três anos, e as agulhas necessárias para aplicação.

Produção nacional fortalece o SUS

A distribuição integra uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), iniciativa que amplia a produção nacional da insulina glargina, fortalece o abastecimento do SUS e garante maior segurança no fornecimento do medicamento em todo o país.