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O Tribunal Superior Eleitoral e a Defensoria Pública da União assinaram um acordo de cooperação técnica na última terça-feira, 1, com o objetivo principal de fortalecer a assistência jurídica remota destinada a eleitores e candidatos hipossuficientes que residem em localidades desprovidas de estrutura física do órgão federal. A parceria estratégica viabilizará a expansão da atuação do Núcleo Estratégico de Interiorização Eleitoral já para o pleito de 2026. A defensora pública-geral federal, Tarcijany Machado, ressaltou que a iniciativa busca assegurar que a ausência de sedes físicas não se transforme em barreira para o exercício pleno da cidadania e do direito de defesa em matéria eleitoral.
O projeto direciona foco prioritário a grupos sociais que historicamente enfrentam maiores obstáculos de acesso à justiça e à representação política, englobando povos indígenas, comunidades quilombolas, migrantes, refugiados, populações de fronteira, pessoas em situação de rua e mulheres. Entre os eixos centrais de atuação conjunta estão o combate enérgico a fraudes na aplicação de cotas de gênero, a repressão à violência política contra candidatas e o enfrentamento de práticas de assédio eleitoral nas relações trabalhistas. O presidente da corte eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, assinou o termo e ressaltou que a consolidação do núcleo representa um avanço essencial para garantir a presença efetiva da defensoria perante os tribunais regionais em todo o território nacional.
Perguntas frequentes
Qual foi o objetivo principal do acordo de cooperação assinado pelo tribunal e pela defensoria? A parceria visa fortalecer a assistência jurídica remota para eleitores e candidatos sem recursos financeiros.
Para qual pleito eleitoral a atuação do núcleo especializado será ampliada? O projeto conjunto estruturará os atendimentos voltados para as eleições de 2026.
Quais grupos populacionais receberão atenção prioritária no atendimento jurídico remoto? A iniciativa contempla povos indígenas, quilombolas, migrantes, refugiados, moradores de fronteira, sem-teto e mulheres.
Quais práticas ilícitas graves serão combatidas prioritariamente por meio da nova parceria? O acordo prevê o enfrentamento de fraudes em cotas de gênero, violência política e assédio nas relações de trabalho.
Qual autoridade máxima da justiça eleitoral participou da assinatura do termo em Brasília? A formalização da parceria contou com a rubrica do presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques.
Com informações de Agência Brasil
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